Mônica Vermelha

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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Na encruzilhada entre a estratégia e a coerência!

Será que é estratégico se afundar na lama tóxica da samarco/vale? Será que é estratégico continuar recebendo financiamento empresarial disfarçado através do velho caixa 2? Será que é estratégico endossar a lógica do predomínio do poder econômico nas eleições ao invés de usar o potencial da internet e voltar a "vender estrelinhas"? Será que é estratégico fazer alianças com políticos que são, explícitamente, inimigos da democracia, da justiça e das causas populares? Será que é estratégico manter filiados incoerentes e descompromissados, mas que são bons de voto e articulação?

sábado, 7 de fevereiro de 2015

ALGUMAS PROPOSTAS PARA A EDUCAÇÃO!

Mônica Regina dos Santos - Analista Educacional – Candidata a Superintendente da SRE Divinópolis.

 Algumas propostas de trabalho e pequeno currículo. 

- Lutar por um reajuste salarial significativo e urgente, os salários da Educação de Minas são vergonhosos, são um ultraje e um símbolo do descaso a que a educação está relegada em nosso Estado. Para os professores defendo o pagamento imediato do piso nacional e para os demais profissionais um reajuste salarial proporcional ao dos professores. E que, gradativamente, os salários da Educação sejam equiparados aos das outras Secretarias Estaduais, pois não há justificativa plausível para que os salários pagos na Educação sejam inferiores aos de outras pastas; defendo ainda que não haja diferenças salariais entre servidores que ocupem um mesmo cargo, no caso da gratificação paga a alguns setores das SREs, que ela seja incorporada ao salário do servidor, integrando o novo piso que será definido por cargo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Quanto vale a Petrobras? Mauro Santayana

O adiamento do balanço da Petrobras do terceiro trimestre do ano passado foi um equívoco estratégico da direção da companhia, cada vez mais vulnerável à pressão que vem recebendo de todos os lados, que deveria, desde o início do processo, ter afirmado que só faria a baixa contábil dos eventuais prejuízos com a corrupção, depois que eles tivessem, um a um, sua apuração concluída, com o avanço das investigações. A divulgação do balanço há poucos dias, sem números que não deveriam ter sido prometidos, levou a nova queda no preço das ações. E, naturalmente, a novas reações iradas e estapafúrdias, com mais especulação sobre qual seria o valor — subjetivo, sujeito a flutuação, como o de toda empresa de capital aberto presente em bolsa — da Petrobras, e o aumento dos ataques por parte dos que pretendem aproveitar o que está ocorrendo para destruir a empresa — incluindo hienas de outros países, vide as últimas idiotices do Financial Times – que adorariam estraçalhar e dividir, entre baba e dentes, os eventuais despojos de uma das maiores empresas petrolíferas do mundo. O que importa mais na Petrobras?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Se eu fosse a Dilma... II Comunicação



Bom, o momento político é extremamente delicado, sem dúvida! E enquanto a direita – cujo maior e mais fiel porta-voz é a grande mídia – vomita acusações e xingamentos 24 horas por dia contra o governo federal, do outro lado, grande parte da esquerda adere ao jogo e começa a publicar críticas ácidas, dando voz à sua impaciência, desânimo e descrédito! A impressão que se tem é que Dilma e o PT estão cada vez mais cedendo à pressão direito-midiática e cada vez mais acuados, acovardados... Não se defendem... Não se explicam... Parecem anestesiados! Talvez não seja isso, talvez seja estratégia política, talvez...

sábado, 6 de dezembro de 2014

Crítica de uma petista - quase religiosa - ao PT ou, o momento não é de silêncio!



Ando muitíssimo preocupada com o PT e com o governo federal; silêncio, inércia, acomodação diante de um tiroteio implacável. Sim é mais do que tempo de renovar, retomar antigos valores e práticas. É mais do tempo de fazer uma avaliação, séria, profunda e corajosa. É mais do que tempo de assumir os erros e corrigir rumos. É mais do que tempo de expulsar das fileiras petistas e negar abrigo aos oportunistas e corruptos que vieram se esconder no partido.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

O golpe da nova política - Por Miguel do Rosário, postado em setembro 8th, 2014

Sensacional o texto do Miguel do Rosário que reproduzo aqui!!!



Não existe nada mais arrogante e falso do que a tal “nova política” de Marina Silva. Arrogante porque pressupõe superioridade moral por parte de quem promete mudar as coisas. Subentende-se que, no governo Marina, não haverá corrupção. Como não? Ela é do PSB, um partido tão ou mais corrupto como qualquer outro. O PSB é coligado ao PPS, uma legenda com os mesmos problemas morais enfrentados por qualquer outra. A nova política é uma mentira. Vender ao povo brasileiro que a corrupção vai acabar de uma hora para outra é enganá-lo. A corrupção é um chaga contra a qual lutaremos ainda por muito tempo. Para combatê-la, faz-se necessário uma série de medidas administrativas, como o fortalecimento das instituições e o aumento da transparência. Isso já tem acontecido. Só que nada é fácil.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Marina Silva? Não, por alguns motivos básicos!

Eis os motivos por que não votaria nunca em Marina Silva!

Porque há muito Marina abandonou os princípios que me levaram a admirá-la nas décadas de 80/90, tais como a defesa do meio-ambiente, dos direitos dos trabalhadores, dos miseráveis, da democracia participativa! Porque Marina mente ao dizer que faz uma “nova política” já que se associa e pretende se associar a qualquer um que lhe ajude a conquistar o poder, tudo bem, eu sei que isso é normal, que para se conquistar o poder é preciso mesmo fazer alianças, mas convenhamos, chamar isso de “nova política”, é ser desonesto, é tentar enganar o cidadão-eleitor, é praticar a “velhíssima política”!!!