Mônica Vermelha

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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Carta aberta ao gigante que acabou de acordar!




Querido Gigante, bom dia a você que acabou de acordar! Quanto tempo dormindo né, porque você não acordou antes?
Em primeiro lugar queria te dizer que estou um pouco chateada, tem uns 32 anos que eu e um bando de anõezinhos estamos tentando te acordar, sem contar os muitos que tentaram por muitos e muitos anos e sacudiram e cutucaram e nada, antes d'eu entrar nessa empreitada.
Mas aí veio um outro gigante – velho, ressentido, invejoso - e resolveu te acordar! Por que será? Com que interesse?

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Uma música que eu amo!

Esta música tem uma letra maravilhosa, a melodia é linda e ainda por cima cantada pelo grande cantor mineiro: Milton Nascimento! Dedico-a aos meus amigos do Curso de Educação a Distância.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

O príncipe encantado morreu!

N'algum ontem tive a oportunidade de participar de um pequeno debate com uns amigos virtuais e a prosa rolou a propósito da candidatura de Patrus Ananias à Prefeitura de Belo Horizonte. Os rapazes com quem eu confabulava argumentavam, basicamente, que o PT e o Patrus já foram bons, que não são mais porque, em nome do poder, fizeram concessões e alianças e políticas inaceitáveis. E eu fiquei cá pensando com os meus botões, sem querer ofender os meus amigos, que, na verdade, eles são uns românticos e ainda estão, a essas alturas do campeonato, sonhando, no caso, com a "princesa encantada".

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Cristo, você ensinou isto?????

Sensatez, equilíbrio e racionalidade não são características muito fortes da minha personalidade; sou um ser movido pela paixão, quando acredito em algo, dedico-me de corpo e alma, entrego-me completamente e defendo-o quase que cegamente. Por isso, eu mesma sinto um certo estranhamento ao me ver, de repente, achando que essas “qualidades” precisam ser incentivadas e que um pouco disso faria muito bem à nossa sociedade e ao nosso tempo.

terça-feira, 26 de março de 2013

Da vida, da morte e da alegria de viver.

Reli, há alguns dias, o livro do Gabriel Garcia Márquez - Cem anos de solidão - e fiquei cá pensando com os meus botões: cem anos é muito para a solidão humana e aqui nos labirintos do meu cérebro acabei relembrando e relacionando essa ideia com uma outra que está numa música do Gil: “... eu sei que no fundo, o problema é só da gente...” e ainda de um poema do Drummond que diz: “... pobre vive porque nasce.”

segunda-feira, 4 de março de 2013

Por que defendo a “ditadura” cubana?

Em primeiro lugar, não concordo que Cuba seja uma ditadura, esse rótulo é atribuído à Ilha por países, instituições e pessoas capitalistas que desrespeitam todos os dias os direitos humanos, a liberdade de expressão e de organização da sociedade. Além disso, se formos considerar o termo no seu sentido mais estrito, concluiremos que democracia é algo que não existe em lugar nenhum do mundo, portanto, todos os países são mais, ou menos, democráticos; ou mais, ou menos, ditadores.